domingo, 27 de março de 2016

Flávio Dino ingressará na Justiça para recuperar BR 135, de competência do governo federal


O governador Flávio Dino (PCdoB) deu mais uma demonstração do quanto se preocupa com os maranhenses. Pelas redes sociais, ele anunciou na noite deste sábado (26) que na próxima segunda-feira (28), ingressará na Justiça contra o Governo Federal, para que seja autorizado ao Estado do Maranhão efetuar recuperação emergencial BR 135, e após a realização dos serviços, cobrar ressarcimento da Federação.
“Há muitos meses, eu venho pedindo a recuperação emergencial da BR 135, além da retomada da obra de duplicação. Nada foi feito, infelizmente. Legalmente não posso cuidar de obras federais. Por isso, espero que Justiça me autorize, para que possa resolver e cobre gastos do Governo Federal”, afirmou Flávio Dino, que também disse compreender e ser solidário com problemas do Governo Federal, mas não pode compactuar com um ano de negligência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT, no único acesso a São Luís Luís.

sábado, 26 de março de 2016

Mudança na declaração do IR tende a aumentar procura pelo CPF no VIVA


Pais e mães estão optando por inscrever os filhos cada vez mais cedo no Cadastro de Pessoa Física (CPF). Entre as vantagens está a garantia do acesso à serviços públicos, contratação de planos de saúde e a possibilidade dos filhos serem titulares de contas em bancos.

A servidora pública, Ana Maria Sousa, fez a inscrição no CPF do filho ainda recém-nascido, antes mesmo de emitir o RG. O documento foi solicitado pelo plano de saúde e desde o primeiro ano de vida do filho vem sendo utilizado na declaração do imposto de renda da mãe na inclusão de dependentes. “Assim que recebemos a certidão de nascimento do nosso filho, fomos ao Viva para fazer o CPF, pois sabíamos que era uma exigência para contratação do plano de saúde. É muito prático, rápido e quando fomos tirar a carteira de identidade, já podemos incluir o número do CPF no documento”, afirmou Ana Maria.

Este ano uma nova regra para inclusão de dependentes na Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF), está servindo como motivação a mais para os pais. De acordo com a determinação, ter o CPF passa a ser obrigatório para dependentes e alimentandos a partir dos 14 anos, e não mais aos 16.

No Maranhão, o Viva é um dos órgãos responsáveis pela inscrição no CPF. De acordo com dados do atendimento, este ano já foram registradas 4.532 primeiras inscrições no CPF. A tendência é que este número aumente ainda mais até abril, durante o período em que a DIRPF 2016 (ano-base 2015) é realizada no Brasil.
  
“Reestruturamos todos os nossos canais de atendimento para garantir que os cidadãos tenham acesso a esse documento de forma rápida, eficiente e gratuita. Para realizar o cadastro de menores de 16 anos basta apresentar certidão de nascimento original e estar acompanhado pelos pais ou representante legal.”, afirmou Duarte Júnior, diretor geral do Viva.

De acordo com as regras do Imposto de Renda, podem ser considerados dependentes companheiro com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge; filho ou enteado, até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; filho ou enteado, se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade.


Irmãos, netos, bisnetos, pais, avós e bisavós também podem figurar na lista de possíveis dependentes. Para conhecer todos os critérios basta acessar o site da Receita Federal no link: http://goo.gl/6LJpYf. Outras informações sobre o Viva no site www.viva.ma.gov.br

Vereador Mesaque do Povo conquista 3 poços artesianos

penalvanet.wix.com


Com o apoio do deputado Raimundo Cutrim, o vereador Mesaque do Povo (PSDB) conseguiu junto ao secretário Neto Evangelista (SEDES), três poços artesiano para o município de Penalva. A aquisição é uma antiga reivindicação do parlamentar penalvense, que também contou com o apoio incondicional do deputado Cutrim.
Os poços irão suprir as urgentes necessidades do bairro Vila Benedito Leite, na sede e os outros dois nos povoados Jacaré e Ouro. “A população de Penalva é sedenta de água de qualidade, pois a distribuída à população pela Caema é salobra. No caso das localidades beneficiadas com esses três poços não têm água de nenhuma espécie. Essa ação, sem dúvidas, vai melhorar a vida de inúmeros cidadãos penalvenses”, afirmou Mesaque do Povo.
CONQUISTAS - O ano de 2016 tem sido muito profícuo para o vereador Mesaque Veloso. Iniciou o ano com dois cursos de reaproveitamento total do caju, manga e do babaçu. Este último foi o que mais agradou aos alunos dos povoados Santa Maria e Formigas. Em seguida o vereador implantou através do capelão Raimundo do Corpo de Bombeiros do MA, o projeto Brigadista Mirim, que está a todo vapor. Já são mais de 250 jovens inscritos, entre crianças, adolescentes e adultos. No mês de fevereiro trouxe para o município o projeto “Mais Lazer para Todos”, do Governo do Estado do Maranhão. Uma oportunidade para desenvolver o esporte recreativo na cidade, um grande momento para as pessoas envolvidas no esporte municipal. Mais recentemente o fértil vereador conseguiu junto ao Governo Flávio Dino, três poços artesianos para Penalva: um para o povoado Jacaré, um para o povoado Ouro e outro para o bairro Vila Benedito Leite, na sede. São conquistas que mostram o grande trabalho que Mesaque Veloso está desenvolvendo no seu município.


CODÓ PERDEU UM DOS SEUS MAIS BRILHANTES FILHOS,JOÃO BATISTA MACHADO AUTOR DOS LIVROS: "CODÓ, HISTÓRIAS DO FUNDO DO BAÚ" E "O IMAGINÁRIO CODOENSE"


Por Marcos Monteiro.
CODÓ EM FOCO
No último dia 22 Codó perdeu seu maior intelectual o escritor e historiador João Batista Machado. João Machado morreu aos 90 anos , lançou dois livros de grande circulação no estado “ Codó, Histórias do fundo do Baú” e O Imaginário Codoense e ainda participou da Antologia dos poetas da nova geração. Homem de personalidade criativa e sempre disposto a levar o nome de sua cidade aos mais longe rincões do Brasil sempre foi preocupado com a historiografia de Codó não foi a por acaso que seu livro “ Codó, Histórias do fundo do Baú” é dos best seller mais lindos do Maranhão. João Machado esteve presente em todos os acontecimentos históricos da cidade atualmente ele exercia o cargo de presidente da Academia de Letras de Codó.
A missa de corpo presente do Presidente da ACLAC, João Batista Machado, foi realizada ontem dia 23 de março de 2016 (quarta-feira) às 8:00h da manhã, na Capela de Nossa Senhora das Graças.
João Machado partiu deixando um legado que ajuda a engrandecer ainda mais o município de Codó.
João Batista Machado
* 24/07/1925
+ 22/03/2016
Mais Informes sobre o Históriador e Escritor você pode ver abaixo escrito pelo também intelectual o Advogado Dr. Francisco Mendes.
NOSSA QUERIDA CODÓ PERDEU UM DOS SEUS MAIS BRILHANTES FILHOS. MEU AMIGO, MEU COMPANHEIRO, O PROFESSOR JOÃO BATISTA MACHADO AUTOR DOS LIVROS: "CODÓ, HISTÓRIAS DO FUNDO DO BAÚ" E "O IMAGINÁRIO CODOENSE", .
No mês de agosto do ano de 2002, juntamente com os Escritores Ivonete Mendes de Sousa, Rosalva Komora, Dilma Holanda de Melo, Professor Carlos Gomes e outros amigos e após várias reuniões realizadas na Biblioteca Municipal “ Professor Fernando de Carvalho” e na União Artística Operária Codoense, fundamos a Associação Cultural “ Antônio de Almeida Oliveira ”( nome dado em homenagem a um grande intelectual e escritor codoense).
A Associação Cultural “Antônio de Almeida Oliveira”, após a sua fundação no de 2002, e já nos idos dos anos de 2003 a 2006, desempenhou um papel de grande importância na difusão dos valores culturais codoenses.
A Associação Cultural seria, mais tarde, a semente para a criação de duas outras grandes Instituições Culturais de Codó: O Instituto Histórico e Geográfico de Codó-IHGC, no ano de 2006 e mais tarde no ano de 2015, a Academia Codoense de Letras, Artes e Ciências –ACLAC.
Sobre esses eventos e em sua homenagem escrevi o Texto: "A história codoense e as instituições culturais": http://www.blogdoacelio.com.br/…/por-francisco-mendes-a-his….
Por todo o Conjunto da sua Obra e sua simplicidade de ser humano. Meu Grande Amigo e companheiro você jamais será esquecido pelos seus amigos e será sempre eterno entre nós e presente na História e na Cultura do Município de Codó. Abraços a Todos. Mendes.
E mais...
SOBRE JOÃO BATISTA MACHADO
João Batista Machado. Escritor, nascido no dia 24 de junho de 1925, numa fazenda, do povoado São Miguel, deste município. Foram seus pais, o Sr. Marcelino da Cunha Machado e Srª Raimunda Viana Machado, proprietários de terras, criavam gado e forneciam lenha e dormentes de madeira para a Estrada de Ferro São Luis – Teresina.
Aos dez anos de idade, lia Humberto de Campos, Olavo Bilac e outros, com o prazer que têm os amantes da leitura. Ler, para ele, era a melhor coisa da sua vida; inteligência privilegiada.
Foi aluno da Escola Ferreira Bayma, mais tarde do Grupo Escolar Colares Moreira, em 1934, quando foi criado; ali concluiu o Curso Fundamental, como hoje se denomina.
Ano de 1939, retoma seus estudos; mesmo não havendo o Curso Ginasial em Codó, preparou-se e foi para São Luís, ali chegando, presta Exame de Admissão ao Colégio São Luís, e logra aprovação, classificando-se em segundo lugar, como era eficiente a educação em Codó!
Ao concluir o Ginásio em São Luís, vai para o Rio de Janeiro, em 1949, para concluir o Científico e prestar vestibular para o curso de medicina, mas não concretizou esse objetivo, porque chegando na Cidade Maravilhosa, enlevou-se, afloraram-se o vigor e as fantasias, partícipes do cotidiano de todo adolescente, todo jovem e além do mais, ficou deveras entusiasmado com o clima de liberdade que contagiava o Brasil com o pós-guerra. Surgiram os grandes movimentos populares, e aí, não pensou duas vezes – ingressou na política estudantil, elegendo-se Secretário de Alimentação da UME (União Metropolitana de Estudantes). Participou da Campanha “O Petróleo é Nosso”, que ensejou a criação da Petrobrás. Nessa época já era estudante de Direito da Faculdade de Direito de Niterói, transferindo-se em seguida para a Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, e simultaneamente, cursava História no Instituto Lafayete de Filosofia, ainda lhe sobrava tempo para participar ativamente de movimentos literários.
Trabalhou no antigo IAPC, exercendo cargos de confiança na área administrativa, até aposentar-se por tempo de serviço em 1983. Foi membro ativo da Sociedade de Intercâmbio Cultural, colaborou em diversos Jornais do Rio de Janeiro. Participou das obras literárias: “Antologia de Poetas”, da Nova Geração, compilada pelo poeta Raimundo Araújo, “Antologia da Moderna Poesia Brasileira”, “Suspeita”, peça de teatro; essas importantes obras foram prefaciadas por acadêmicos da Academia Brasileira de Letras, como Álvaro Moreira e Aníbal Machado, dos quais era grande amigo, incluindo-se também, Ledo Ivo e Alcides Pinto, poeta e romancista, este, seu companheiro de república. Foi Secretário do Teatro Popular Brasileiro, dirigido por Solano Trindade.
Assessor político do vereador pelo Rio de Janeiro, Aristides Saldanha, também, do Deputado Federal Frota Moreira, representante do Estado de São Paulo.
Politicamente, identificou-se melhor com a esquerda. Teve a oportunidade e o privilégio de conversar amistosamente com Luís Carlos Prestes, O Cavalheiro da Esperança, e com a sua irmã Heloisa Prestes. Amigo pessoal do ator e comediante Agildo Ribeiro e de seus pais Agildo Barata Ribeiro e Maria Barata.
Aposentando-se em 1983, voltou à terra berço, Codó, juntar-se a sua irmã a ilustre Mestre Maria Alice Machado, para realizar o seu grande sonho como escritor, escrevendo a sua obra prima “Codó- história do fundo do baú”, cuja noite de autógrafos aconteceu a 21 de maio de 1999, nos amplos salões da União Artística Operária Codoense. Esta obra, pela sua relevância esgotou-se logo nos primeiros dias de seu lançamento.
Este homem de alma boa e coração bom, consta da relação de grandes figuras. Continua escrevendo suas obras; recentemente, lançou em noite de autógrafos o livro “O Imaginário Codoense”, no auditório da Associação Comercial de Codó.
PS. Conheci o ilustre escritor na década de noventa quando ainda escrevia o "Histórias do Fundo do baú", na companhia de Cândido Sousa, Cinegrafista, produtor de Cinema e também apaixonado pela História de Codó.