segunda-feira, 20 de julho de 2020

Conheça 5 benefícios da batata-doce para a saúde



A batata-doce é um alimento rico em amidos, sendo cultivada no mundo todo. Geralmente, este vegetal tem uma grande variedade de tamanho e cor. Que tal adicionar esse alimento em suas refeições? Neste artigo, trouxemos 5 benefícios da batata-doce.
Conheça os benefícios da batata-doce
Melhora o sistema imunológico

A batata-doce é rica em betacaroteno. Este composto é benéfico para o nosso organismo, pois é convertido em vitamina A. Desta maneira, estudos demonstram que a batata-doce pode ser capaz de reduzir inflamações intestinais e de potencializar o sistema imunológico.

A batata doce também é rica em vitamina B6, importante para a saúde do cérebro e do sistema nervoso.
A batata-doce pode combater o câncer

Este vegetal possui uma grande variedade de antioxidantes que protegem o nosso corpo contra vários tipos de câncer. Com isso, os compostos contidos nas batatas conseguem impedir o crescimento anormal de células cancerígenas.
Melhora a função cerebral

Estudos realizados pela School of Life Science, da Xuzhou Normal University, na China, mostram que alguns antioxidantes encontrados na batata-doce atuam na proteção do cérebro. Isso por causa da antocianina, composto contido neste vegetal, que é capaz de melhorar as funções de aprendizado e de memorização.
Promove a saúde intestinal

A fibra contida na batata-doce é favorável para a manutenção da saúde intestinal. Isso porque, na verdade, ela possui dois tipos de fibras, a solúvel e a insolúvel. Nosso corpo consegue absorver somente o tipo solúvel, enquanto a insolúvel fica retida no organismo e tende a auxiliar o nosso trato gastrointestinal na motilidade fecal. Isto é: ao consumir batata-doce regularmente você evita a constipação do intestino (prisão de ventre).
Melhora a visão

A batata-doce é uma grande fonte de vitamina A, como dito anteriormente. A vitamina A é essencial para formar receptores de detecção de luz na retina dos olhos. Com isso, o consumo regular deste vegetal é capaz de diminuir os riscos de xeroftalmia, doença que dificulta a capacidade de enxergar, principalmente a noite (cegueira noturna).


Fonte: Brasil 123.
Disponível em:
Acesso: 20 de julho de 2020.
 



Vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune, indicam resultados preliminares


Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira (20) que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários. Os resultados, que já eram esperados pelos pesquisadores, se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira fase está ocorrendo no Brasil, entre outros países.

O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas.

Entenda a novidade anunciada:

– a vacina de Oxford é a mais adiantada, das que estão em pesquisa. Ela está sendo testada também no Brasil

– testes iniciais agora apontam que ela é segura e induz o corpo a reagir contra a Covid-19; o resultado é o esperado

O resultado não permite ainda concluir se de fato uma pessoa exposta ao Sars-Cov-2 fica imune com a vacina

– a fase 3, final, ainda está em andamento e ela é que irá determinar se há eficácia num grande número de pessoas

As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

"Exatamente o tipo de resposta imune que esperávamos", declarou Andrew Pollard, professor de pediatria na Universidade de Oxford.

Mais de 160 vacinas estão sendo desenvolvidas em todo o mundo, segundo a OMS. Mulher segura frasco com a inscrição "Vacina Covid-19" em foto do dia 10 de abril de 2020 — Foto: Dado Ruvic / Reuters

Os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos: 543 pessoas receberam a vacina experimental, e outras 534 receberam uma vacina de meningite (o grupo controle).

Saiba mais sobre a vacina

A resposta imune foi medida em laboratório. São necessários mais testes para confirmar se a vacina protege efetivamente a população contra infecções pelo novo coronavírus, explicou Pollard.

Os cientistas ainda não sabem, exatamente, o quanto de resposta imune é necessária para combater a doença, lembrou o cientista.

Foi vista uma resposta por células T (células do sistema imune capazes de identificar e destruir outras células infectadas) 14 dias após a dose. Já os anticorpos, capazes de destruir o próprio vírus, foram identificados 28 dias após a administração da vacina.

Anticorpos neutralizantes podem se conectar ao vírus assim que eles entram no corpo e impedir que infectem as células. As células T não reconhecem o vírus "sozinho", mas sim células infectadas com ele e destroem as células. "Os dois sistemas funcionam de forma complementar para combater a infecção", explicou a cientista Sarah Gilbert, de Oxford.

A vacinologista Sarah Gilbert, também de Oxford, explicou que a eficácia da vacina ainda não foi testada em idosos.

Foram divulgadas ainda algumas reações causadas pela vacina. As principais são braço machucado, algum inchaço ao redor da injeção, febre, dores musculares, que são esperadas para vacinas virais. Não houve efeito adverso sério ligado à vacina. "Precisamos de uma amostra maior para determinar completamente a segurança", explicou Andrew Pollard, sobre a necessidade dos estudos em fase 3.
“A nova vacina usa um vírus do resfriado comum (adenovírus) que infecta chimpanzés, que foi enfraquecido para não causar nenhuma doença em humanos e é geneticamente modificado para codificar a proteína spike (S) do Sars-CoV-2 (aquela que o coronavírus usa para invadir as células humanas). Isso significa que, quando o adenovírus entra nas células das pessoas vacinadas, ele também fornece o código genético da proteína S. Isso faz com que as células dessas pessoas produzam a proteína S, e ajuda a ensinar o sistema imunológico a reconhecer o vírus Sars-CoV-2", explicou Pollard.

Pesquisa adiantada

A vacina pode estar disponível para alguns grupos de risco no Reino Unido até o fim do ano, mas provavelmente não estará para todos, afirmou Sandy Douglas, de Oxford.

De acordo com Soraia Smaili, reitora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o imunizante, se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021,

Ao todo, 50 mil pessoas participam dos testes em todo o mundo, 10% delas no Brasil: 2 mil em São Paulo, 2 mil na Bahia e outras 1 mil no Rio de Janeiro. O Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Unifesp coordena a aplicação da vacina em São Paulo, que começou em junho com voluntários da área da saúde.

"Com a quantidade de pessoas que estão recebendo a vacina no mundo, é possível que tenhamos resultados promissores no início do ano que vem e o registro em junho", afirma Soraia Smaili, reitora da Unifesp.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a vacina de Oxford como a mais adiantada no mundo e, também, a mais avançada em termos de desenvolvimento. Um dos centros que testa essa vacina é coordenado por uma brasileira, a cientista Daniela Ferreira, doutora pelo Instituto Butantan.
Roberto Medronho infectologista da UFRJ, em entrevista à Globonews, afirmou que o resultado divulgado nesta segunda era esperado, mas agora foi oficializado.

O acordo com o Brasil permitirá que o país adapte a fábrica de Biomanguinhos para produzir a vacina e disponibilizá-la depois da fase três dos ensaios clínicos.

"O acordo da Fundação Oswaldo Cruz é benéfico para nós. Envolve não apenas os pacientes recrutados para o teste, mas a transferência [de tecnologia]. Há um acordo para reconfigurar a planta da Biomanguinhos para que depois da fase três ela possa ser produzida", comentou.
A ideia de incluir a população brasileira se dá, também, para testar a eficácia da vacina em um grupo etnicamente mais diverso.

A vacina pode ter resultados de diferentes eficácias, de acordo com cada população. Daí a importância de testar em vários países, afirmou Medronho.

Mais de 160 vacinas contra Covid em testes

De acordo com a OMS, há 163 vacinas sendo testadas contra o coronavírus, sendo que 23 delas estão na fase clínica, que é o teste em humanos. Os números são do balanço da organização com dados até 14 de julho.

O vacinologista de Oxford Adrian Hill explicou que é difícil comparar a efetividade das várias vacinas que estão sendo testadas, porque os parâmetros não são os mesmos. "Gostaríamos de testar as outras vacinas no nosso laboratório", disse Hill.

As etapas de produção de uma vacina envolvem 3 fases:

Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;

Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;

Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário

Embora os estudos avancem em todo o planeta, o prazo de 12 a 18 meses para liberação é considerado um recorde. A vacina mais rápida já criada, a da caxumba, levou pelo menos quatro anos para ficar pronta.

Outra hipótese contra a qual todos os pesquisadores lutam é a de que uma vacina efetiva e segura nunca seja encontrada. O vírus do HIV, que causa a Aids, é conhecido há cerca de 30 anos, mas suas constantes mutações nunca permitiram uma vacina.

Jamal Suleiman, infectologista do Instituto Emílio Ribas, explica, em entrevista à Globonews, que a produção de vacinas acontece ao mesmo tempo em que os estudos se desenvolvem pela primeira vez na história.

O risco é de um prejuízo financeiro caso o ensaio clínico mostre que a vacina não é eficaz para proteger contra o Sars-Cov-2.

Os efeitos da vacina nunca vão deixar de ser observados, mesmo depois de um eventual uso em massa, explica Suleiman.

Os outros estudos que acontecem agora também não são desperdiçados, ele afirmou.

"É importante termos vários modelos de vacinas. Um produto pode ser melhor para vários tipos de situação se atingir o maior número possível de pessoas, mas uma vacina não esgota o repertório. Provavelmente, alguns grupos populacionais não serão beneficiados por esse produto, mas, talvez, por outro", disse ele.


Fonte: Blog do Gilberto Lima. 
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Acesso: 20 de julho de 2020.


Duarte assegura pós-graduação gratuita para professores na UEMA



As inscrições para cursos de pós-graduação gratuitos na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), voltados para a categoria, estarão abertas no período de 21 de julho a 17 de agosto, somente por meio do site seletivos.uemanet.uema.br.

A oferta gratuita dos cursos foi viabilizada em fevereiro por meio de emenda parlamentar de R$ 300 mil destinada pelo deputado estadual Duarte Jr (Republicanos), com o objetivo de promover a atualização profissional de centenas de professoras e professores de São Luís, São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

O lançamento oficial acontece nesta segunda-feira (20), às 16h, pelo canal no YouTube da universidade @@uemanetoficial, com a presença do reitor Gustavo Costa, do deputado Duarte Jr e da professora Ilka Serra, coordenadora-geral do Núcleo de Tecnologias para Educação (UEMANET).

Serão 400 vagas para a pós em Gestão Educacional e Escolar e 400 vagas para a pós em Psicologia da Educação. As aulas terão início no dia 23 de setembro, na modalidade de ensino a distância por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação UEMA Net, devido às medidas de distanciamento social necessárias durante a pandemia de coronavírus – com o retorno das atividades presenciais, as aulas ocorrerão aos fins de semana no Campus da UEMA, no Jardim São Cristóvão.

O valor da inscrição será de R$ 30. Os cursos terão duração de 18 meses, sendo que a pós de Gestão Educacional terá carga horária total de 420 horas e a pós de Psicologia da Educação, 450 horas.

No momento da inscrição on-line, os professores deverão anexar os seguintes documentos: carteira de identidade (RG), CPF, diploma com histórico de curso superior (graduação) expedido por instituição reconhecida pelo MEC, documento comprobatório de docência na educação básica e comprovante de residência.

A seleção dos candidatos será realizada por meio de análise de títulos e documentos. O resultado será divulgado no dia 4 de setembro, nos sites da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UEMA (www.ppg.uema.br) e do Núcleo de Tecnologias para Educação UEMA Net (www.uemanet.uema.br). A matrícula será realizada no período de 11 a 18 de setembro, no Polo de Apoio Presencial /São Luís, em horários agendados, que serão divulgados na página da UEMA Net. Confira o calendário:


Fonte: Blog do Jorge Aragão. 
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Acesso: 20 de julho de 2020.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Estados Unidos pagarão construção de hospital de campanha no Maranhão



O governo do Maranhão anunciou nesta quinta-feira (16/7) que o governo dos Estados Unidos irá pagar a construção de um novo hospital de campanha para auxiliar no tratamento de pacientes com o novo coronavírus. O espaço será instalado na cidade de Bacabal, que fica a 250 quilômetros da capital São Luís. Até a última atualização, Bacabal tinha registrado 2.724 casos confirmados e 33 óbitos pela covid-19.

O governo americano doará toda a estrutura do hospital, como macas, aparelhos de ar condicionado e geradores de energia.
Além disso, a parceria prevê ainda que o fornecimento de insumos, como os equipamentos de proteção individual (EPIs) e material de limpeza hospitalar para essa unidade, pelos EUA. O espaço terá cerca de 40 leitos para reforçar o atendimento dos pacientes da região.

A parceria foi feita através de videoconferência com o Consulado dos EUA o Brasil e o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, esteve à frente das negociações. “Por5 intermédio do secretário Simplício Araújo obtivemos uma doação do governo dos Estados Unidos para nos auxiliar com a montagem de mais um hospital de campanha”, confirmou o governador Flávio Dino (PCdoB) em entrevista coletiva nesta sexta (17/7).
No Maranhão já existem quatro hospitais de campanha sob a gestão estadual. Na coletiva realizada mais cedo, Dino explicou porque esta nova unidade será construída só agora. “Primeiro que a doação veio agora e nós temos o coronavírus no nosso país e no estado e continuamos a cuidar da nossa rede de saúde.
Vamos abrir novas unidades e serviços que vão servir para o novo coronavírus. E se a ciência achar a solução, vamos dar outras utilidades e outros usos
”, afirmou.

A taxa de ocupação de leitos da rede do estado, incluindo os hospitais de campanha, é de 56,52% nas UTIs destinadas a pacientes com covid e de 26,64% em leitos clínicos. No Maranhão, até quinta-feira (17/7), havia registro de 104.126 infecções e 2.608 óbitos pela doença.


Fonte: Correio Brasiliense.
Disponível em:
Acesso: 17 de julho de 2020.