sábado, 2 de dezembro de 2017

Dica para seu final de semana!Couve flor gratinada com leite de coco.

Ingredientes: 

3 colheres (sopa) de azeite
1 couve flor lavada, cortada em buquês, levemente cozida
1 vidro de leite de coco
2 xícaras (chá) de leite
4 ovos
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
Sal e pimenta a gosto
Salsa picada a gosto
2 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola picada
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Aqueça o azeite em uma panela e refogue os buquês de couve flor.
Coloque-os em um refratário untado.
No liquidificador bata o leite de coco, o leite, os ovos, a farinha de trigo, o sal e a pimenta.
Reserve.
Em uma panela aqueça a manteiga e doure a cebola.
Junte a mistura do liquidificador, leve ao fogo brando e mexa sem parar até engrossar.
Deixe esfriar e despeje sobre a couve flor.
Polvilhe a salsa e o queijo ralado.
Leve ao forno pré aquecido a 180º, até dourar.

Se desejar, substitua a couve flor por brócolis .

Rendimento 6 porções

Detran divulga edital de concurso para 170 vagas no Maranhão

Provão serão realizadas em São Luis, Caxias e Imperatriz, no dia 18 de março.

O Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA) lançou edital do concurso público para nomeação de 170 profissionais, sendo 168 para cargo de assistente de trânsito e duas para analista de trânsito. As inscrições começam no dia 11 de dezembro e vão até dia 18 de Janeiro.

Quem se inscrever para concorrer ao cargo de assistente de trânsito deve ter nível médio ou técnico e fazer investimento de R$ 90 para inscrição. O salário inicial é de R$ 1.400,00. Para analista de trânsito a exigência é ter nível superior completo independente da área. A inscrição custa R$ 140, e o salário inicial é de R$4.400. O edital prevê cotas para pessoa com deficiência.
“Não paga pela inscrição, os cidadãos que comprovarem que estão desempregados, doadores de sangue e medula óssea, e os eleitores que trabalham voluntariamente como mesários nas eleições”, disse a diretora geral do Detran, Larissa Abdalla
As provão serão realizadas em São Luís, Caxias e Imperatriz, no dia 18 de março de 2018. O edital tem todos os detalhes do processo e pode ser consultado no Diário Oficial do Estado (www.diariooficial.ma.gov.br) e também no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br), responsável pelo concurso.

Por G1 Maranhão, São Luís, MA
01/12/2017 12h17  Atualizado 01/12/2017 12h18

INSS cancela 213.873 auxílios-doença em todo o país após perícias de revisão

Após realizar 242.167 perícias de revisão até o dia 22 de novembro em todo o Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cancelou 213.873 benefícios. A ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 20.304 benefícios. Além disso, 39.406 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 2.066 em auxílio-acidente, 1.272 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 5.854 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. Ao todo, 530.191 benefícios de auxílio-doença serão revisados. A economia anual estimada até agora é de R$ 3 bilhões.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 2.072 benefícios. Além disso, 5.551 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 70 em auxílio-acidente, 182 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 719 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. No estado, 41.100 benefícios de auxílio-doença serão revisados.

As convocações dos aposentados por invalidez, no Rio, que também passarão pela revisão, começou em agosto. Ao todo, 72.016 segurados do Estado do Rio serão convocados para o pente-fino. O INSS, porém, ainda não tem dados sobre o cancelamento nesse tipo de benefício.

O pente-fino nos benefícios pagos pelo INSS, previsto em medida provisória, começou em 2016, mas foi suspenso porque o Congresso não aprovou a MP a tempo. O governo, então, editou uma nova MP, e a revisão foi retomada no início deste ano, com uma força-tarefa dos médicos peritos, que foram liberados a fazer hora extra para realizar o pente-fino.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Bancos devolverão perdas de planos econômicos das décadas de 80 e 90




Os poupadores que tiveram perdas com planos econômicos nas décadas de 80 e 90 podem recompor parte do prejuízo em breve. Um acordo foi fechado com os bancos para encerrar quase um milhão de ações judiciais. Por isso, quem aceitar o acordo, tem que desistir do processo judicial. Ainda falta definir de que forma será feito o ressarcimento e quando.

Foram mais de vinte anos de briga na justiça. De um lado, os poupadores de cadernetas de poupança. Do outro, os bancos. Um milhão de ações questionavam as perdas no rendimento das cadernetas provocadas por quatro planos econômicos: o plano Bresser, de 1987; o Verão, de 1989 e os Planos Collor 1, de 1990 e Collor 2, de 1991.

O Plano Collor 1, lançado há 27 anos, ainda está na cabeça de milhares de brasileiros. Foi aquele em que um dia após Fernando Collor de Mello tomar posse, a equipe econômica anunciou o confisco dos depósitos bancários e até então das intocáveis cadernetas de poupança dos brasileiros. Na época, a então ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello (veja no vídeo acima), explicou que quem tinha mais de 50 mil cruzeiros na poupança ficaria coma quantia depositada no banco junto ao Banco Central sob a titularidade da pessoa física ou jurídica em forma de cruzados novos. E o valor seria convertida em cruzeiros após 18 meses.

O que os poupadores reclamavam nas ações é que na hora da troca dos planos a remuneração da poupança não era feita da forma devida, gerando perdas. Os bancos dizem que seguiram as regras vigentes nos períodos.

A Advogacia-Geral da União mediou o acordo. Foram treze meses de negociações. Os termos do acordo estão sendo finalizados e ficarão prontos na semana que vem. Depois da assinatura, o documento vai ser apresentado ao Supremo Tribunal Federal, onde correm as ações.

O STF precisa homologar o acordo para que o entendimento tenha validade e os poupadores comecem a ser ressarcidos.

Só quem entrou na Justiça será ressarcido

Algumas condições já estão confirmadas, segundo fontes envolvidas na negociação.Terá direito ao ressarcimento somente quem já entrou com ação na justiça, não importa se coletiva ou individual. O poupador tem que comprovar, com algum documento, que tinha dinheiro depositado na época.

Os pagamentos devem começar entre janeiro e fevereiro do ano que vem. Poderão ser feitos à vista ou parcelados, dependendo da quantia a ser ressarcida. Em média, cada pessoa terá direito a receber R$ 10 mil. O valor total de indenização vai ficar entre R$ 10 e 11 bilhões.

Para os bancos, o acerto também é bem-vindo, já que entidades de defesa do consumidor estimavam que as indenizações poderiam chegar a quase R$ 30 bilhões. A forma como o ressarcimento será feito ainda está sendo definida. São detalhes como se o poupador vai receber o dinheiro na mão ou se será feito depósito em conta. E se herdeiros de quem já morreu também serão beneficiados. O acordo prevê que quem receber o ressarcimento vai ter que automaticamente abrir mão da ação na justiça.