quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CNBB LANÇA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016






O lançamento oficial da campanha da fraternidade 2016 aconteceu na manhã da quarta feira de cinzas, no auditório da sede da CNBB, em Brasília, DF.
A solenidade contou com a presença de Dom Sergio da Rocha presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, ministro das cidades Gilberto Kassab, representantes de igrejas evangélicas, (Luterana Presbiteriana, Anglicana e Batista) e ainda o secretário geral do Conselho Internacional de igrejas da Alemanha no Brasil, da Ong Misereor e outras instituições envolvidas.
Com a temática saneamento para este ano, a campanha irá abordar o tema “CASA COMUM RESPONSABILIDADE DE TODOS”, um chamamento geral entre os brasileiros para atentarem sobre a responsabilidade cada cidadão brasileiro.
Na oportunidade foi lido um documento enviado pelo Papa Francisco, saudando mais uma importante CFe, 2016, e pedindo o ações concretas de todos em especial os poderes executivos e legislativos para, promover cidadania entre os brasileiros com mais dignidade humana, a carta dizia ainda que, se o Brasil tem 80% da população frequenta igrejas e são “Cristãos”, então esta população tem sim a responsabilidade de contribuir com o meio ambiente, mudando hábitos e preservando mais a natureza.
O ministro Gilberto Kassab, em seu discurso falou em nome da presidente Dilma, e disse que o governo federal apoia esta ação da CNBB, que tem se comprometendo na medida do possível para melhorar índices sociais de milhares de famílias com programas sócias em todo país.
A campanha da fraternidade deste ano 2016 e a quarta ecumênica já realizada no país, desde o ano 2000 a conferência  nacional dos bispos do Brasil (CNBB), vem reunindo outros representantes das igrejas evangélicas para discutir em comum temas relevantes para a sociedade brasileira.
A CNBB, orientou todas Dioceses do Brasil a celebrarem uma ato ecumênico às sete da noite nesta quarta feria de cinza a santa  missa em todas paróquias. 
 De acordo com dados divulgados pelo Conic, mesmo entre as maiores economias do mundo, o Brasil possui mais de 100 milhões de pessoas sem saneamento básico. O Estado brasileiro tem deficiência na prestação de serviços relacionados ao tratamento da água e do esgoto e à coleta de lixo. “O objetivo, portanto, da Campanha da Fraternidade Ecumênica é assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas, sobretudo os últimos e os pequenos, a partir da nossa fé, para favorecer políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro da casa comum que é a natureza, a terra onde nós vivemos”, acrescenta dom Biasin.


CARNAVAL EM VIANA RESGATOU ANTIGOS BAILES NOS CLUBES







As principais bandas que vão animar a volta dos carnavais de clubes em Viana são: a velha conhecida, VADIA; CISK SOM e RABO SECO VENENOSA.

Dito isto, vamos relembrar o nascimento do apelido “racha-bucheha”, nome carinhoso dado às bandas de sopro pelos vianenses.

Até a metade dos anos oitenta, o carnaval vianense se situava numa espécie de circuito central. Na Rua Antonio Lopes, onde hoje funciona o Fórum Eleitoral, existia o Alvorada Clube – que recebia um público heterogêneo, sem distinção de raça ou poder aquisitivo. Na paralela, Rua Coronel Campelo, tinha o Cinelândia Clube, que fazia uma folia misturada com banda de metal e som mecânico. Ficava entupido até o gogó. Mais abaixo, na mesma artéria, o Jaguarema se gabava de ser o rei do carnaval. Era ali que os negros e as famílias mais pobres se sentiam mais a vontade para brincar. O clube recebia várias caravanas da Zona Rural durante a folia. Um pouco mais para frente, ao lado da prefeitura, o Grêmio Cultural exibia charme e glamour com grandes bailes frequentados pelas camadas mais abastadas. Enfim, tinha clube para todos os foliões.

Mas, foi no Jaguarema que ocorreu um dos episódios mais pitorescos e lembrados do carnaval vianense. Numa terça-feira de folia, lá pelas tantas da madrugada, depois de dois turnos de sopro, os músicos da banda do Povoado Tocoíra estavam extenuados, loucos pra encerrar a festa. No entanto, os foliões ainda estavam no pique total, parecendo que era só o início do carnaval. Então tocou aquele “tarará, tarará, tarará”, vinheta que anuncia o final do baile.

Nisso, o senhor Manoel Soeiro - que era o presidente do clube -, irrompe no salão e, com o dedo em riste, diante do palco dá um tremendo carão nos músicos.

“ – Não senhor, pode continuar! Nosso contrato não foi esse...
- ...é pra tocar até rachar buchecha”!

Muitos risos, gritos e aplausos.

Então o maestro tocou a vinheta de reinício do baile e, para alegria dos brincantes, a festa foi até de manhã. Aí sim, quem não aguentava mais eram os foliões.

“...Paga o garçom meu amor vamos embora, está na hora, está na hora. Tudo o que é bom dura pouco, passou de três é demais, todo mundo está ficando louco, ninguém aguenta mais...”

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Governo e Sinproesema continuam o diálogo em prol da valorização dos educadores





Dando continuidade à mesa de trabalho para encaminhamento da pauta de reajuste salarial e outros pontos relacionados ao reconhecimento dos professores, o Governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Maranhão (Sinproesema) estiveram reunidos nesta quarta-feira (3), na sede da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
Participaram da reunião a secretária de Estado da Educação, Áurea Prazeres; a secretária de Gestão e Previdência, Lilian Gonçalves Guimarães; o secretário Adjunto de Planejamento e Orçamento da Seplan, Eduardo Beckman, representando a secretária de Planejamento e Orçamento, Cynthia Mota; o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro e demais membros da diretoria do sindicato, além de técnicos da Seduc, Segep e Seplan.
Durante o encontro de trabalho foram discutidos encaminhamentos das comissões temáticas criadas na última reunião para avançar nos 25 itens apresentados pelo sindicato ao governo, referentes à campanha salarial de 2016. Entre as questões: progressão de professores, aposentadoria, relatório das ações de melhoria da infraestrutura escolar, reajuste do piso salarial, orçamento, processos administrativos, entre outros.
“Nosso governo vem dialogando permanentemente com o sindicato para avançar ainda mais em ações com o foco na política de valorização e respeito aos educadores, que é a determinação do governador Flávio Dino. Nesta reunião, saímos com o entendimento conjunto de nos reunirmos nos próximo dia 17 para discutirmos o andamento dos trabalhos no que se refere à pauta”, destacou a secretária Áurea Prazeres.
Para o professor Júlio Pinheiro, houve avanços significativos e históricos para a categoria no primeiro ano do governo Flávio Dino e há um esforço coletivo para continuar essas ações de valorização dos profissionais. “Tivemos avanços gigantescos neste governo e esperamos avançar mais na garantia desses direitos, atendendo aos anseios da categoria”, ressaltou o presidente do sindicato.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

"CALAFATE" TRADIÇÃO DE PAI PARA FILHO










As cidades banhadas pelo conjunto de lagos, Viana, Matinha, Penalva, Cajari e tem este privilégio apresenta uma fantástica opção de lazer com uma bela paisagem natural que só nesta região tem.

Uma das paisagens mais bonitas de ver no lago de Penalva, é aquele vai vem das embarcações, transportando transportando pessoas ou mercadorias para os povoados que margeiam a cidade ou ainda a  passeio.

Mas, para que esta embarcação esteja em pleno funcionamento, existe uma série de etapas na construção deste meio de transporte muito comum na região, que foi denominado pelos mais antigos como (casco ou lancha), que pode ser coberta de palha da palmeira do babaçu ou lâminas de madeira.

Geralmente a embarcação é construída por um artesão (Carpinteiro) que também faz a manutenção quando aparece algum tipo de avaria na madeira.

E quando tem serviço para refazer os cascos ficam na margem do lago, enquanto o profissional carpinteiro ou "calafate" com é conhecido na cidade. Ele retoca e troca madeira do barco, matéria prima essa, que geralmente é da arvore frutífera muito conhecida na baixada o “pequi”, coloca estopa para impedir a passagem de água e pinta com cores fortes.

Seu Dorgeval Nunes, é um desses artesãos "calafate" de Penalva que fala com muito orgulho  de ter esta profissão, pois aprendeu de com  pai que herdou do seu avô. Fala que tem prazer em consertar uma lancha desta para depois ficar na margem do lago vendo como ela serve a tantas pessoas.

Em Penalva, atualmente existe uma frota de quase trinta embarcações, algumas de 15m e outra menores de 10 metros a maior com capacidade para 35 pessoas e a menor comporta apenas 15 passageiros.
Vale apena conferir!
Visite  a Baixada

Um calafate, é um operário especializado da construção naval. O calafate trabalha nos estaleiros navais cabendo-lhe vedar com estopa de algodão alcatroada os espaços entre as tábuas com que são feitos os barcos de forma a impedir que a água se infiltre.