quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Morre Radialista em acidente na Br 222






Na madrugada desta quinta-feira (05) um trágico acidente na BR-222, tirou a vida do apresentador de TV Gilvan dos Neves, da cidade de Bom Jesus das Selvas.


Segundo informações ao Blog da Gênia o acidente aconteceu na curva do 90, próximo ao povoado Novo Bacabal na BR-222. 
Gilvan retornava de Açailândia para casa quando por volta de 01h da madrugada colidiu violentamente contra um caminhão que aparece nas imagens.




Gilvan era apresentador do telejornal Repórter Cidade, da TV Cidde de Bom Jesus das Selvas.



FLÁVIO DINO: “BANDIDOS QUE ESTÃO PREGANDO CANCELAMENTO DAS ELEIÇÕES DEVEM SER CONTIDOS ENQUANTO HÁ TEMPO”






Sem citar nomes, mas com a carapuça servindo perfeitamente no presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no general Braga Neto e seus seguidores na defesa da volta do voto em papel ou cancelamento das eleições de 2022, o governador Flávio Dino defende que os outros poderes os contenham.

Entre muitos, Locke e Montesquieu ensinam-nos que somente o poder limita o poder. Discursos e notas são úteis. Mas esses bandidos que estão pregando cancelamento de eleições devem ser contidos enquanto há tempo. E somente outros Poderes conseguirão, no exercício dos seus deveres”, defendeu Dino, através de sua rede social.

Nesta segunda-feira, ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 1988, o atual presidente, Luís Roberto Barroso, o vice-presidente Edson Fachin, o presidente do STF, Luiz Fux e vários ministros do Supremo Tribunal Federal divulgaram uma nota em defesa da urna eletrônica e do atual modelo de votação no país.

A, manifestação de Barroso e dos ex-presidentes do TSE trata-se de espécie de reação aos ataques do presidente da República, Jair Bolsonaro, que vem colocando em dúvida a urna eletrônica e ameaçando a não realização das eleições de 2022, caso não consiga emplacar o voto impresso que está em análise no Congresso.

Veja a íntegra da nota:

Nota pública

O Presidente, Vice-Presidente, futuro Presidente e todos os ex-Presidentes do Tribunal Superior Eleitoral desde a Constituição de 1988 vêm perante a sociedade brasileira afirmar o que se segue:
Eleições livres, seguras e limpas são da essência da democracia. No Brasil, o Congresso Nacional, por meio de legislação própria, e o Tribunal Superior Eleitoral, como organizador das eleições, conseguiram eliminar um passado de fraudes eleitorais que marcarama história do Brasil, no Império e na República.
Desde 1996, quando da implantação do sistema de votação eletrônica, jamais se documentou qualquer episódio de fraude nas eleições. Nesse período, o TSE já foi presidido por 15 ministros do Supremo Tribunal Federal. Ao longo dos seus 25 anos de existência, a urna eletrônica passou por sucessivos processos de modernização e aprimoramento, contando com diversas camadas de segurança.
As urnas eletrônicas são auditáveis em todas as etapas do processo, antes, durante e depois das eleições. Todos os passos, da elaboração do programa à divulgação dos resultados, podem ser acompanhados pelos partidos políticos, Procuradoria-Geral da República, Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Federal, universidades e outros que são especialmente convidados. É importante observar, ainda, que as urnas eletrônicas não entram em rede e não são passíveis de acesso remoto, por não estarem conectadas à internet.

O voto impresso não é um mecanismo adequado de auditoria a se somar aos já existentes por ser menos seguro do que o voto eletrônico, em razão dos riscos decorrentes da manipulação humana e da quebra de sigilo. Muitos países que optaram por não adotar o voto puramente eletrônico tiveram experiências históricas diferentes das nossas, sem os problemas de fraude ocorridos no Brasil com o voto em papel. Em muitos outros, a existência de voto em papel não impediu as constantes alegações de fraude, como revelam episódios recentes.
A contagem pública manual de cerca de 150 milhões de votos significará a volta ao tempo das mesas apuradoras, cenário das fraudes generalizadas que marcaram a história do Brasil.

A Justiça Eleitoral, por seus representantes de ontem, de hoje e do futuro, garanteà sociedade brasileira a segurança, transparência e auditabilidade do sistema. Todos os ministros, juízes e servidores que a compõem continuam comprometidos com a democracia brasileira, com integridade, dedicação e responsabilidade.


Ministro LUÍS ROBERTO BARROSO
Ministro LUIZ EDSON FACHIN
Ministro ALEXANDRE DE MORAES
Ministra ROSA WEBER
Ministro LUIZ FUX
Ministro GILMAR MENDES
Ministro DIAS TOFFOLI
Ministra CÁRMEN LÚCIA
Ministro RICARDO LEWANDOWSKI
Ministro MARCO AURÉLIO MELLO
Ministro CARLOS AYRES BRITTO
Ministro CARLOS MÁRIO DA SILVA VELLOSO
Ministro JOSÉ PAULO SEPÚLVEDA PERTENCE
Ministro NELSON JOBIM
Ministro ILMAR GALVÃO
Ministro SYDNEY SANCHES
Ministro FRANCISCO REZEK
Ministro NÉRI DA SILVEIRA




Fonte: Blog do Jorge Vieira. 
Disponível em:
Acesso:05de agosto de 2021.

Polícia Federal deflagra quarta fase da Operação FUSARIUMA






A quarta fase da Operação FUSARIUMA foi deflagrada pela Polícia Federal no período de 26 de julho e 04 de agosto 2021, na região Oeste do estado do MA.

Segundo dados da PF, a operação FUSARIUM consiste em uma série de ações policiais que visam a
erradicação de plantações de Cannabis Sativa, erva popularmente conhecida como Maconha. As ações ocorreram na região do nordeste brasileiro, Pernambuco–PE e Bahia-BA e ainda fora do território nacional, no Paraguai
– PY.

Com desdobramento da FUSARIUM, conduzido pela Polícia Federal no Maranhão, erradicou-se cerca de 95.000 pés, 11.580 mudas e 9.000 sementes de cannabis sativa nas terras indígenas do Alto Turiaçu, Alto Rio Guamá e em Terras da União; todas as áreas nas proximidades de Centro do Guilherme e Centro Novo. Ademais, encontrou-se, in loco, 478 kg de maconha prontos para o tráfico. Destaque-se que todas as substâncias entorpecentes encontradas, incluindo pés, mudas, sementes e plantas já colhidas, perfazem cerca de 32 toneladas, as quais foram devidamente incineradas.

A operação tem o escopo de reduzir a produção e oferta de maconha no estado do Maranhão; de desarticular a comercialização de drogas na região e identificar os envolvidos, individualizar condutas ilegais e agir na movimentaçãoa quarta fase da Operação
FUSARIUM.



Fonte: Blog do Clodoaldo Corrêa. 
Disponível em:
Acesso:05 de agosto de 2021.

CANDIDATURA DE EDIVALDO ELEVA A SUCESSÃO ESTADUAL A OUTRO PATAMAR






Ao oficializar sua pré-candidatura ao governo do estado nas eleições de 2022 em ato que contou com as presenças das maiores lideranças nacionais e estaduais do PSD, o ex-prefeito de São Luís elevou a sucessão a outro patamar, ao tempo em que oferece uma alternativa ao eleitor maranhense na corrida ao Palácio dos Leões.

Limitada até então a uma queda de braço entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) pelo apoio do grupo liderado pelo governador Flávio Dino, algo que se mostra cada dia mais difícil, a sucessão muda o curso e passa a contar agora com um novo personagem, testado a aprovado pela população de São Luís.

Carismático, homem de muita fé, Edivaldo tem um terreno fértil para plantar sua candidatura, as pesquisas dos mais diversos institutos realizadas até agora mostraram que antes mesmo dele anunciar sua condição de pré-candidato, uma parte considerada do eleitorado já o via como alternativa ao que estava posto e tendência é crescer quando começar percorrer o interior do Maranhão.

Nos bastidores da sucessão é quase uma unanimidade a avaliação de que o grupo liderado pelo governador unido é capaz de vencer a eleição no primeiro turno, porém, dividido, torna o pleito completamente aberto e abre a possibilidade para uma terceira via. Como tudo indica que a tão desejada unidade está se tornando praticamente impossível, as chances do ex-prefeito é real.

A unidade do grupo palaciano, articulada e trabalhada pelo governador, enfrenta um sério problema: a pré-candidatura do senador Weverton Rocha, segundo seus aliados, não tem como retroceder, seria um desastre político depois de tantos prefeitos e lideranças políticas se comprometerem publicamente com ele; garantem que o pedetista será candidato em qualquer situação.

No outro lado da corda, o vice-governador Carlos Brandão vai assumir o comando do estado em abril de 2022, vai está sentado na cadeira de governador, somente podendo disputar a reeleição e está em pré-campanha. Já participou de dois atos políticos organizados por prefeitos aliados e, segundo fontes do blog não admite abrir de disputar a reeleição.

Como a unidade depende que um dos lados ceda e, pelo menos o que deixam transparecer, nenhum dos dois estaria disposto, será impossível fazer esse omelete sem quebra os ovos. E Edivaldo que não tem nada com essa confusão no grupo palaciano pode ser o grande beneficiado.




Fonte: Blog do Jorge Vieira. 
Disponível em:
Acesso:05 de agosto de 2021.