sábado, 22 de dezembro de 2018

PF faz buscas no escritório do advogado do esfaqueador de Bolsonaro

O objetivo da ação, segundo a PF, é descobrir quem pagou os honorários do advogado
A Polícia Federal está fazendo nesta sexta, 21, buscas no escritório do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, que defende Adélio Bispo de Oliveira, o esfaqueador de Jair Bolsonaro. O objetivo da ação, segundo a PF, é descobrir quem pagou os honorários do advogado.
A PF estendeu as buscas para além do escritório de Zanone. Agentes vasculham outros endereços ligados ao advogado, como sua própria residência e empresas.
Adélio foi preso na tarde de 6 de setembro, logo depois de esfaquear o então candidato à Presidência, que fazia campanha em uma rua do centro de Juiz de Fora, em Minas. Bolsonaro teve de ser internado e passou por duas cirurgias. O agressor é réu na Justiça Federal de Juiz de Fora. O Ministério Público Federal o denunciou por violação ao artigo 20 da Lei de Segurança Nacional – ‘atentado pessoal por inconformismo político’.
“Adélio Bispo Oliveira agiu, portanto, por inconformismo político. Irresignado com a atuação parlamentar do deputado federal, convertida em plataforma de campanha, insubordinou-se ao ordenamento jurídico, mediante ato que reconhece ser extremo”, afirmou o procurador Marcelo Borges de Mattos Medina.
Para o Ministério Público Federal, o esfaqueador pretendia ‘excluir Bolsonaro da disputa eleitoral de modo a determinar o resultado das eleições, não por meio do voto, mas mediante violência’. O esfaqueador pode pegar uma condenação de até 20 anos de reclusão. A PF finalizou um primeiro inquérito ainda em setembro e concluiu que Adélio agiu sozinho no dia do crime, motivado pelo ‘inconformismo político’.
Um segundo inquérito foi aberto para investigar os dados telefônicos e contatos mantidos por Adélio antes do atentado.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

DINO CHEGA AO FINAL DO PRIMEIRO MANDATO COM A CASA EM ORDEM E PREPARADA PARA DESAFIOS


O governador reeleito do Maranhão chega aos últimos dias do seu primeiro mandato com motivos para comemorar. Apesar da grave crise financeira em que o presidente Michel Temer (MDB) atolou o país, Flávio Dino (PCdoB) fez o dever de casa, manteve rigoroso controle sobre as finanças e, ao contrário da grande maioria dos estados, chega ao final do ano podendo cumprir suas obrigações com os servidores, que já vão receber, nesta quarta-feira (12), a segunda parcela do décimo terceiro salário.
É claro que vão falar que trata-se apenas de uma obrigação do governante maranhense, mas se levada em consideração a situação caótica das demais unidades da Federação, onde Estados com Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais, considerados ricos, estão em condições falimentar e sem condições de pagar o décimo terceiro, deve se louvar o esforço do governador em tapar os ralos por onde escorriam o dinheiro da corrupção.
Com transparência e responsabilidade, Dino, através de constantes mensagens nas redes sociais chamou atenção da população para as dificuldades que o país e os estados deverão enfrentar em 2019 e assinou um decreto ajustando a máquina e cortando gastos nas secretarias e empresas do governo estadual, como, por exemplo, substituir veículos alugados por táxi, Uber e similares como forma de economizar recursos públicos.
Desta forma o governador prepara o Maranhão para tempos nebulosos que possam surgir a partir da posse do novo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), um político de direita que se elegeu com discurso anticorrupção, mas que antes mesmo de assumir já se vê envolto em escândalo sobre movimentação financeira atípica de um ex-assessor do filho e um depósito suspeito de R$ 24 mil na conta de Michele Bolsonaro, esposa do presidente direitista.

Com informações 
Blog do Jorge Vieira 

APENAS BOATO Fenilpropanolamina: banida no Brasil há 17 anos

Rumores sobre presença da substância em vários medicamentos circulam em redes sociais e aplicativos de troca de mensagens. Não é verdade.

Uma corrente nas redes sociais sobre a fenilpropanolamina voltou a circular em aplicativos de troca de mensagens como o Whatsapp. O texto traz a informação de que a substância chamada fenilpropalamina, suspensa pela Anvisa em 2000, por meio da Resolução RDC 96/2000, ainda está presente em 22 medicamentos.

A mensagem chega a orientar as pessoas a suspenderem o uso dos produtos, em sua maioria destinados ao tratamento dos sintomas da gripe. No entanto, tudo não passa de um boato. Há 17 anos a fenilpropanolamina não existe mais no mercado nacional.


Verdade sobre a Fenilpropanolamina

A substância era utilizada em alguns medicamentos disponíveis no mercado, mas foi banida do Brasil e no restante do mundo há quase 17 anos. Na época, este ingrediente foi retirado do mercado depois que o Food and Drug Administration (FDA), agência de medicamentos dos Estados Unidos, constatou que a substância vinha provocando hemorragia cerebral fatal em alguns usuários. No Brasil, não foram registrados casos e a suspensão foi preventiva.

Atualmente nenhum medicamento disponível no mercado brasileiro possui a fenilpropanolamina. Confira a Resolução RDC 96/2000 que proibiu a substância.
Por: Ascom/Anvisa

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA




domingo, 9 de dezembro de 2018

Em orçamento de R$ 750 milhões, Fla prevê R$ 100 milhões para comprar jogadores em 2019

Documento será enviado para conselhos do clube após a eleição deste sábado e foi já foi apresentado a membros da chapa de Rodolfo Landim. Venda de atletas prevista: até R$ 70 milhões

O Flamengo define o novo presidente no fim deste sábado, mas já tem a previsão do orçamento para a próxima temporada no papel. A diretoria de Eduardo Bandeira de Mello, que deixa a Gávea depois de dois mandatos, preparou proposta orçamentária que será levada aos conselhos do clube após a eleição. A previsão de receitas total é de R$ 750 milhões - os valores contam com cerca de R$ 150 milhões da venda de Lucas Paquetá (maior parte da transação entra em 2019).
a previsão para o ano que vem em vendas fica entre R$ 50 milhões e R$ 70 milhões de direitos econômicos. Ou seja, se considerar a venda de Paquetá (R$ 150 milhões para entrar no ano que vem), passa de R$ 200 milhões.
Na linha patrocínios, royalties e publicidade há pequeno aumento: em 2018 o ano fechou com R$ 102 milhões. Para 2019, são esperados R$ 108 milhões de receitas neste departamento - com a manutenção dos principais patrocinadores.
A eleição do Flamengo aponta para favoritismo de Rodolfo Landim, com Ricardo Lomba na segunda colocação. A votação ocorre neste sábado, de 8h às 21h. O novo presidente para o triênio 2019-2020-2021 será conhecido no fim deste sábado. A posse do futuro presidente será ainda em dezembro.

Com informações 
Globo.com
Por Raphael Zarko — Rio de Janeiro